domingo, 11 de abril de 2010

Feliz Aniversário, Pr. Alexandre Florêncio da Silva!


Família do Pr. Alexandre Florencio e esposa Maria das Mercês
Ev. Oséias, Rose, Miss. Quézia, Pr. Alexandre Jr., Pb. Ivan


Pr. José Wellington Bezerra da Costa(Pastor Presidente) e
Pr. Alexandre Florencio(Pastor Setorial Embu Guaçu/46)

Pr. José Wellington ministrando a palavra de Deus

Pr. Alexandre Junior e seu pai Pr. Alexandre Florencio

O coordenador da UAADEG, Pr. Alexandre Junior, neste dia 10 de abril, representou o nosso Setor 19 Guarulhos, no culto em ação de graças pelo aniversário de seu pai, Pr. Alexandre Florêncio da Silva, o qual é Pastor do Setor 46 Embu Guaçu/SP.

FELIZ ANIVERSÁRIO!!!

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa


Versão on-line do VOLP com nova ortografia por Judson Canto

A mudança na ortografia está confundindo você? Não sabe se ainda se escreve “mão-de-obra” ou se caiu o hífen? Se o correto é “coerdeiro” ou “co-herdeiro”? Se o acento de “assembléia” caiu mesmo? Seus problemas acabaram!

A Academia Brasileira de Letras acaba de disponibilizar na Internet a quinta edição o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP), do ano 2009, atualizado pela nova ortografia. A obra contém 381 mil verbetes.

Além de facilitar a vida de pobres revisores como eu e de quem mais se interesse por uma escrita correta, a novidade representa uma economia de cerca de 100 reais, que é o preço médio da versão impressa (não é o meu caso, que comprei o meu exemplar ainda quentinho).


Você pode fazer a busca por palavras inteiras ou apenas por parte de palavras. A lista de palavras encontradas aparecerá logo abaixo do campo de pesquisa.


O endereço eletrônico é este:

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Se quiser entender as mudanças, sugiro a versão em pdf do Manual da nova ortografia, disponibilizada pela Editora Ática:
http://www.atica.com.br/novaortografia/index_.htm

CREPÚSCULO - O que está por trás da série - por Pr. César Moisés


Vez por outra, sou procurado para dar alguma opinião sobre assuntos relacionados à adolescência. Não é segredo que tenho uma obra direcionada a este público, comento lições de Escola Dominical para a faixa etária e, além de ser educador, sou pai de uma pré-adolescente. O jornalista Ivan Carlos, da Revista GeraçãoJC, enviou-me algumas perguntas para a matéria de capa da nova edição do periódico. Confira minha opinião sobre a "nova febre" dos teens.

Você é pai de uma adolescente e sabe o quanto são curiosos. Como você lida com essa questão em casa?
Essa é uma pergunta bastante pessoal e, por isso, talvez não se aplique a outros casos. Em relação à minha filha, por mais que alguém ache que seja retrógrado pensar assim, ela conhece limites. Não tenho nenhum receio em dizer “não” para ela. Afinal, ela só tem 11 anos e não pode decidir (inclusive legalmente) por sua vida. Agora, é lógico, entendo que não basta simplesmente dizer “não” sem que a situação sirva de experiência, ou seja, não a deixo sem razões. A ideia de limite, disciplina ou coisa parecida, precisa ter uma função pedagógica. Assim, o “não”, geralmente é seguido de “para que”. Algo que quero deixar claro é que não educo minha filha como se estivesse em uma redoma ou bolha, pois tal empreendimento é uma fuga temporária que fragiliza, imediatamente, a vida espiritual e, posteriormente, a vida adulta. Eu e a minha esposa sempre trabalhamos bem o fato de que se Deus nos criou, Ele é quem determina como devemos viver e não as convenções sociais ou os modismos. Por isso, não temos grandes problemas com esses assuntos, pois com pouco diálogo, a Céfora logo conclui que aquilo não é para alguém que conhece a Deus, logo, não é para ela! Sinceramente, existem coisas que, a priori, ela mesma não quer nem saber. Pode estar todo o mundo inclinado para o negócio que ela faz questão de ir na contramão. Alguém poderia alegar que ela assim procede apenas para agradar aos pais, entretanto, existem aqui também duas coisas importantes: caráter e sensibilidade espiritual. São coisas que ela precisa ter, pois não dá para forjar por tanto tempo.


Qual conselho daria para os pais?
É difícil, mas procurem fazer o mesmo. Conversem com os seus filhos, tenham diálogo. Não há receita de bolo (algo que funcione exatamente da mesma forma para todos os casos). Sejam os primeiros e maiores amigos de seus filhos, sem necessariamente serem cúmplices aceitando tudo que eles fazem ou querem. Agora é claro, tudo vai depender do tipo de criação que esse adolescente teve. Entre a repressão despropositada e a restrição consciente há uma grande distância. Outro cuidado extremamente necessário de se ter é não criar o filho em uma redoma, pois quando ele se deparar com o “mundo real” (sem o protecionismo ou a blindagem moral dos pais), não saberá como se comportar.


Qual conselho daria para os adolescentes?
Ele não é cristão porque é diferente, mas exatamente o contrário. É preciso que entenda que não é ele que está errado, mas os outros é que não estão sendo o que foram criados para serem! É por isso que, desde muito cedo, entendi que não adianta ensinar um monte de regras de “pode” ou “não pode”, pois elas se desgastam. O ideal é ensinar princípios e discutir o propósito da nossa existência: “Por que existimos?” “Para que fomos criados?” Essa é a metodologia adotada na educação de nossa filha e a mesma que utilizei na ficção O Mundo de Rebeca. É altamente eficaz, esclarecedora e oferece a possibilidade de o adolescente decidir, por si mesmo, o que deve ou não fazer.


A Bíblia diz que tudo me é lícito, mas nem tudo convém. Eu pergunto. Convêm ao adolescente assistir esse tipo de filme?
Depende. Minha filha, por exemplo, assistiu o Crepúsculo juntamente comigo (Afinal de contas como é que eu iria criticar o filme ou o livro sem ter ao menos algum contato com o material?). Ela não gostou da mensagem do filme e eu fiz questão de apenas observar alguma coisa depois que ela fazia a crítica. Várias vezes ela parou o filme, e fez comentários extremamente maduros. Isso me alegra. Lamentavelmente, sei que essa não é a realidade da maioria dos lares cristãos. Assim, se os pais não possuem o costume de fazer um exercício crítico das programações televisivas e, de toda a cultura popular, é aconselhável aprofundar-se com literatura séria e, quem sabe, iniciar essa atividade a partir desses filmes. Por último, é importante observar a motivação com a qual o adolescente cristão quer assistir. Se caso a sua postura for de encanto, admiração ou mesmo simpatia, é preciso que, com o exercício crítico realizado juntamente com os pais, o adolescente cristão passe a, definitivamente, não gostar desse tipo de filme, ou seja, é preciso que ele tenha uma mudança de atitude.


Como o adolescente deve se portar com os amigos da escola, se ele não viu o filme e os amigos assistiram? Deve agradar os amigos para ser aceito naquele grupo?
Definitivamente não. Primeiro porque ele não é obrigado a ser como os demais, massificado. Para isso, volto a destacar, é importante que ele tenha tido uma boa formação familiar. Por outro lado, não recomendo que ele tenha uma postura antagonista ou legalista. Acredito que se o adolescente cristão estiver realmente preparado, pode até pregar o evangelho a partir do assunto do filme. Ele pode questionar alguém que não acredita em Deus, mas que, paradoxalmente, acredita nas ficções que envolvem ocultismo, superstições crenças e religiosidade. Tudo, repito, vai depender da capacidade e do conhecimento do adolescente cristão. Se ele foi ensinado e instruído na Palavra, é um assíduo aluno da Escola Dominical (uma que tenha qualidade, é claro), com certeza terá possibilidade de assistir, não ser influenciado e ainda usá-lo como ponto de partida para falar de Jesus.


No filme existem vários pontos que vão contra nossa crença, por exemplo, a traição. Como mostrar para o adolescente que isso é errado, pois os filmes mostram que isso é comum?
Permita-me uma correção: a traição não é apenas contra a nossa crença, mas contrária aos bons princípios que até mesmo as pessoas não-crentes possuem. Esse é outro cuidado que precisamos ter ao tratar com os adolescentes cristãos. A traição não é errada somente para quem serve a Deus, mas para qualquer pessoa! E talvez seja exatamente nesse ponto que a gente mais erra. É preciso reconhecer uma coisa: o filme e os livros sabem passar sua ideologia de forma muito criativa e sutil. O nosso problema é que achamos que as coisas certas, ou seja, os bons valores e princípios devem ser ensinados com a testa franzida, a voz grave e em tom ameaçador. Em outras palavras, significa que eu não posso ser simplista e ensinar aos adolescentes cristãos que a traição é um pecado e que sua prática leva à pessoa ao inferno (apesar de isso ser verdade). É preciso acrescentar que ser íntegro é obrigação do ser humano, independentemente de sua crença. Por isso, não canso de insistir, tudo passa pela formação familiar do adolescente. Se ele tem essa boa formação, com certeza ela se refletirá em todos os momentos de sua vida, ou seja, ela servirá como um “filtro moral”, fazendo com que o adolescente rejeite tudo aquilo que não condiz com a ética, a boa moral, os bons costumes e valores e, acima de tudo, com a Palavra de Deus.


Muitas meninas, evangélicas, começaram a sonhar (no sentido de dormir e ter um sonho) com o galã (vampiro), depois de assistir o filme. Como lidar com essa situação?
Sinceramente, não sei. Ouvi de minha filha um relato de uma colega de sua classe que estava sonhando com o Edward (vivido pelo ator Robert Pattinson). Não creio que isso tenha alguma relação com a espiritualidade ou algo equivalente. Acredito que o excesso de concentração, a fase da vida em que a imaginação encontra-se muito fértil, faz com que o muito pensar (sobre os livros) ou lembrar-se dos filmes provoque esse fenômeno. Minha recomendação é que os pais instruam as filhas (se elas assistiram as películas ou leram os livros), a não ficarem encabuladas, achando que encontrarão um “Edward” por aí, colocando a imagem dele no celular ou no computador, pois isso provoca um excesso de imagens mentais que, após irem para o inconsciente, ressurgem na forma de sonhos.


Qual o prejuízo para nossos jovens e adolescentes assistir filmes que trazem vampiros como mocinhos?
A ideologia que a trama consegue passar. Esse aspecto para mim é o mais pernicioso. O existencialismo (com sua indiferença e irresponsabilidade quanto às consequências das más ações), ou mesmo o ceticismo, aparecem em diversos momentos. Só um exemplo, tem uma cena em que Bella (a atriz Kristen Stewart) e Edward chegam ao colégio onde ambos estudam. Devido ao fato de o Edward nunca ter sido visto com garota alguma, todo mundo fica olhando para eles. Ela então diz: “― Estamos quebrando todas as regras”, ao que ele responde: “― Não tem importância, eu vou para o inferno mesmo”. O momento é supervalorizado e não a eternidade. Se as pessoas que assistem soubessem da realidade do inferno, aí sim sentiriam arrepios. A Bíblia revela algo sobre este lugar que nenhum filme de terror pode reproduzir. No entanto, da forma como a ficção mostra, o inferno pode se tornar interessante em virtude da criatividade com que toda a trama se desenrola (nos livros ou nos filmes). Não saber distinguir a realidade da ficção, no sentido de aferir as consequências de determinados atos, é algo extremamente perigoso. Se em minha época de adolescência (final dos anos 80 e início dos anos 90), o conde Drácula era assistido ― e temido! ―, no enredo da autora Stephenie Meyer, os vampiros são “legais” e atraentes, além de cavalheiros. A principal mensagem do filme é que é possível o autodomínio, a autossalvação. Os vampiros, sem a ajuda de ninguém além de si mesmos, foram capazes de dominar seus impulsos grotescos. Isso é autorredenção. Observe a mensagem para o cristão: Somente através do novo nascimento é que recebemos uma nova natureza implantada em nós através do fruto do Espírito. Na trama vampiresca, não há necessidade alguma de intervenção divina, você mesmo se autorredime!


Caso queria acrescentar algo fique a vontade.
Acrescentaria apenas que não adianta “espiritualizar”, dizendo que os filmes e os livros são um sucesso porque foram oferecidos a Satanás. É preciso que abramos os olhos para a realidade. Os livros, todos eles, indistintamente, possuem entre 380 a 580 páginas. Tem adolescente que conseguiu ler em um dia! É preciso que pensemos sobre o fato de que o adolescente gosta de ler. Acho que o que está faltando é produzir literatura que faça sentido para o adolescente cristão que vive no mundo pós-moderno. Não adianta insistir que eles não gostam de ler, quando conseguem “devorar” um livro de quase quatrocentas páginas em um único dia! É preciso que nos despertemos. Produzindo material com conteúdo cristão que faça sentido e seja interessante, instigador. C. S. Lewis afirmou certa vez que não precisamos de mais livrinhos sobre o cristianismo, mas de livros sobre outros assuntos e das mais variadas categorias literárias com o nosso cristianismo latente. Foi justamente o que tentei fazer em O Mundo de Rebeca.

‘Por que as coisas ruins acontecem, se Deus é bom’.



Na terça, ainda havia esperança de encontrar pessoas com vida. Nesta quarta, o trabalho é muito mais difícil. Bombeiros, voluntários e parentes estão buscando apenas corpos.
Debaixo da lama, no meio de escombros, são muitas as histórias de vidas interrompidas nessa tragédia. Como a gente vê na reportagem de Sandra Moreyra.

Em cada rosto, uma dor profunda que parece não ter fim. Há 30 horas, Veridiano e Luis estão junto com os bombeiros no meio dos escombros do Morro dos Prazeres no Rio.

Os corpos do cunhado, do primo e de dois sobrinhos estão sob uma laje coberta por toneladas de barro e pedra.

No meio da lama e do lixo encontram o livro que sempre foi o apoio da família nas horas difíceis: ‘Por que as coisas ruins acontecem, se Deus é bom’.

Já não choram mais. Buscam forças na fé. “Se confortar com Deus. Fazer o quê?”.

Na terça, ainda havia esperança de encontrar pessoas com vida no meio dos escombros. Nesta quarta, o trabalho dos bombeiros, dos voluntários e dos parentes é muito mais difícil. Eles estão buscando apenas corpos.

O terreno ameaça desabar novamente. O risco ainda é grande. Idalina chora em busca dos irmãos: Cidinho e Osmar.

Ivonete e Dulcinéia choram por Imaculada Ribeiro, tia, amiga, quase mãe delas. Imaculada, 36 anos, era babá, veio de Minas para o Rio de Janeiro. Buscava uma vida melhor. Morreu com os filhos.

“Ela estava pagando a casa ainda, uma pessoa guerreira, uma pessoa doce, uma pessoa amável, um coração de mãe”, disse Dulcinéia.

No Morro do Barroso, em Niterói, Marta liderou os vizinhos e parentes de três famílias. Não dorme desde segunda-feira. Família e amigos trabalham sozinhos numa tentativa desesperada de resgate com pás, machados, cordas, com as mãos.

“Temos que fazer, são vidas. Há esperança”, afirmou a dona de casa Marta Pereira.

Jaqueline se agarra na esperança de encontrar o filho Anderson, 13 anos, sob um mundo de terra, lama e árvore retorcidas. “São dois dias nessa angústia”, ela chora.

De repente, alguém acha que ouviu um gemido. A esperança dura apenas alguns instantes. O trabalho vai continuar por muitas horas mais. Misturada com a tristeza e a desolação, a chuva volta a cair.

Somente a Deus adorarás e só e Ele servirás!

Jesus é o mesmo ontem, hoje e eternamente!


terça-feira, 6 de abril de 2010

Dia da Evangelização Internética – Cristãos de todo o mundo juntos pregando o evangelho na internet

O Dia da Evangelização Internética é um dia especial para aquelas igrejas que querem explorar em conjunto com seus membros as fascinantes oportunidades para compartilhar as Boas Novas na rede. Materiais preparados e disponíveis gratuitamente para download e ser rapidamente utilizadas na montagem de apresentações de 5 a 50 minutos de duração. Os materiais disponíveis incluem apresentações seriadas, videoclipes, roteiros de peças e canções, etc.

Muitas igrejas estarão comemorando este evento neste ano de 2010 pela sexta vez desde que o mesmo foi lançado em 2005. Desde então a mídia digital se desenvolveu de maneira impactante com o advento do YouTube, Facebook, Blog e Twitter e com o uso crescente de dispositivos de telefonia móvel que acessam os serviços online.

O website do Dia da Evangelização Internética centraliza informações que cobrem vários assuntos incluindo-se aí: como construir um website para sua igreja que seja amigável para ‘os de fora’, como fazer uso Blog e do Twitter para evangelizar e idéias para blogar de maneira eficaz. O mais supreendente é que você não precisa ser um nerd para compartilhar sua fé no mundo online. O site ainda ainda oferece a você a oportunidade para se voluntariar e servir como mentor para quem tiver dúvidas em variados ministérios disponíveis online.

O Dia da Evangelização Internética é uma iniciativa da Coalizão Internética de Evangelismo, sediada no Billy Graham Center, na cidade de Wheaton, Illinois, nos EUA. É uma iniciativa apoiada por um grande número de líderes e grupos cristãos. O bem conhecido autor John Stot declarou – “eu fico muito contente em recomendar o Dia da Evangelização Internética”. É uma excelente oportunidade para que igrejas passem a explorar ou explorem de forma melhor as oportunidades trazidas com a internet.

A data mundial para o evento é o dia 25 de abril.

http://www.internetevangelismday.com/

segunda-feira, 5 de abril de 2010

A UAADEG lhe deseja uma ótima semana!

Lançando sobre Cristo toda a vossa anisedade, porque ele tem cuidado de vós!
2 Pe. 5.7


quinta-feira, 1 de abril de 2010